sábado, 5 de abril de 2008

Como Você Pode?

Outra histórinha, estou achando varias delas, mas está tenho que postar.
Achei linda ela fala por si só...

Como Você Pode?

Quando era um filhote, eu o distraia com minhas travessuras e o fazia rir.

Você me chamava de sua criança e, apesar de um certo número de sapatos mascados e um par de almofadas destruídas, eu me tornei sua melhor amiga.

Sempre que eu fazia algo errado, você chacoalhava seu dedo para mim e dizia: "Como você pôde" - mas depois você se arrependia e me rolava no chão para me coçar a barriga.

Meu treinamento demorou um pouco mais do que o esperado porque você estava ocupado demais, mas, juntos, nós conseguimos dar um jeito...

Eu me lembro daquelas noites em que me aninhava a você na cama e ouvia suas confidências e sonhos secretos - e acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita.

A gente fazia longos passeios e corridas no parque, andava de carro, e parava para um sorvete (eu ganhava só a casquinha porque "sorvete não faz bem para cães" você dizia) e eu tirava longos cochilos ao sol enquanto aguardava sua volta para casa ao final do dia.

Aos poucos você passou a gastar mais tempo no trabalho e com sua carreira e levava mais tempo procurando por uma companheira humana.

Eu esperei por você pacientemente, confortei-o em suas mágoas e desilusões, nunca o repreendi por suas escolhas ruins, e vibrei de alegria nas suas vindas para casa e quando você se apaixonou...

Ela, agora sua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu a recebi em nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e a obedeci. Sentia-me feliz porque você estava feliz.

Então vieram os bebês humanos e eu reparti com você o entusiasmo. Eu estava fascinada por seus tons rosados, seu cheiro, e queria muito cuidar deles também. Mas ela e você tinham medo de que eu pudesse machucá-los, e eu passei a maior parte do tempo sendo banida para outra sala, ou para a casinha de cachorro..

Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu me tornei uma "prisioneira do amor."





À medida que foram crescendo, me tornei amiga deles. Eles se agarravam ao meu pêlo e se levantavam sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos em meus olhos, examinavam minhas orelhas, e davam beijos em meu nariz. Eu adorava tudo isso, e o toque de suas mãozinhas - porque o seu toque agora era tão raro - e eu os teria defendido com minha própria vida, se fosse preciso.

Eu me esgueirava para suas camas e escutava suas inquietações e sonhos secretos, e juntos esperávamos pelo barulho de seu carro no caminho.

Houve um tempo, quando alguém perguntava se você tinha cachorro, em que você tirava uma foto minha de sua carteira e contava histórias sobre mim. Nos últimos anos você apenas respondia "sim" e mudava de assunto.

Eu passei de "seu cão" para "apenas um cachorro" e você reclamava de cada gasto que tinha comigo.

Agora você tem uma nova oportunidade de carreira em outra cidade , e vocês irão se mudar para um apartamento onde não permitem animais. Você tomou a decisão acertada para sua "família", mas houve um tempo em que eu era sua única família.

Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegamos ao abrigo de animais. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desesperança. Você preencheu a papelada e disse "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela"... Eles deram de ombros e lançaram a você um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia idade, mesmo um com "papéis".

Você teve que desgarrar os dedos de seu filho de minha coleira enquanto ele gritava "Não, papai! Por favor, não deixe que levem meu cão!". E eu me preocupei por ele, e com a lição que você tinha acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo tipo de vida.

Você deu um afago de adeus em minha cabeça, evitou meu olhar e, polidamente, recusou levar minha coleira e guia com você. Você tinha um tempo-limite para encarar e agora eu também tenho um.

Depois que você partiu as duas simpáticas senhoras que o atenderam comentaram que você provavelmente soube meses atrás da mudança que ocorreria e não fez nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim.

Elas sacudiram a cabeça e disseram "Como você pôde?".

Elas são tão atenciosas para nós aqui no abrigo quanto seus ocupados horários permitem. Elas nos alimentam, é claro, mas eu perdi meu apetite dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosse você - que você tivesse mudado de idéia - que isto fosse tudo um sonho mau.... ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que pudesse me salvar.

Quando percebi que não poderia competir com os alegres filhotes, inconscientes de seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.

Ouvi seus passos quando ela veio até mim ao final do dia, e a segui ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ela me colocou sobre a mesa, acariciou minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. Meu coração se acelerou na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor havia esgotado seus dias.

Como é de minha natureza, estava mais preocupada com ela. O fardo que ela carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ela gentilmente colocou um torniquete em volta de minha perna dianteira, enquanto uma lágrima corria por sua face. Lambi sua mão do mesmo modo como costumava fazer para confortar você há tantos anos.

Ela habilmente espetou a agulha hipodérmica em minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através de meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei dentro de seus olhos gentis e murmurei "Como você pôde?".

Talvez por ter entendido meu linguajar canino, ela disse "Sinto tanto!", abraçou-me e apressadamente explicou que era seu trabalho fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me virar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre.

E com minha última gota de energia tentei transmitir -lhe com uma sacudidela de minha cauda que meu "Como você pôde?" não era dirigido a ela.

Era em você, Meu Amado Dono, que eu estava pensando. Pensarei em você e esperarei por você eternamente.

Possa alguém em sua vida continuar a demonstrar-lhe tanta lealdade.

Autoria: Jim Willis

Tradução: Cida Lellis


O Diário de Um Cão

Outra histórinha, só que agora de um cão, espero que goste.
Eu confeso que chorei *-*

O Diário de Um Cão

1ª semana

Hoje faz uma semana que nasci. Que alegria ter chegado a esse mundo!!!

1 mês

Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar.

2 meses

Hoje me separaram de mamãe. Ela estava muito inquieta e com seus olhos me disse adeus como esperando que minha nova "família humana" cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4 meses

Cresci muito rápido, tudo chama a minha atenção. Há várias crianças na casa que são como meus "irmãozinhos". Somos muito levados, eles me jogam uma bola e eu os mordo jogando.

5 meses

Hoje me castigaram, minha dona se zangou porque fiz "pipi" dentro da casa...mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como eu durmo lá dentro eu não me agüentei!!!

6 meses

Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido...Creio que minha família humana me ama muito. Quando estão comendo me convidam, o pátio é somente para mim e eu estou sempre cavando, como os meus antepassados lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam, seguramente porque nada faço de errado.

12 meses

Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13 meses

Como me senti mal hoje. Meu "irmãozinho" tirou a minha bola. Como nunca pego seus brinquedos fui atrás dele e o mordi. Mas como meus dentes estão muito fortes, machuquei-o sem querer. Depois do susto me prenderam e quase não posso me mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que vão me deixar em observação (certamente não me vacinaram). Não entendo nada do que está acontecendo.

15 meses

Tudo mudou. Vivo preso no pátio, numa corrente. Me sinto muito só. Minha família já não me quer. Às vezes esquecem que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto que me cubra.

16 meses

Hoje me tiraram da corrente. Pensei que tinham me perdoado e fiquei tão contente que dava saltos de alegria e meu rabo balançava. Parece que vou passear com eles. Subimos no carro e andamos um grande trecho quando pararam. Abriram a porta e eu desci correndo, feliz, crendo que era dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram. "Esperem"!!! - lati..."esqueceram de mim...!!!". Corri atrás do carro com todas as minhas forças. Minha angústia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham me abandonado.

17 meses

Procurei, em vão, achar o caminho de volta à casa. Sentei-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algo de comer. Eu agradeço com um olhar do fundo de minha alma. Quisera que me adotassem, eu seria leal como ninguém. Porém eles apenas dizem: "- pobre cãozinho, deve estar perdido".

18 meses

Outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Cheguei perto e um grupo deles, dando risadas, atirou-me uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos e desde então não enxergo com ele.

19 meses

Parece mentira mas quando eu estava mais bonito as pessoas se compadeciam mais comigo. Agora que estou muito fraco, com um aspecto bem mudado pois perdi meu olho, as pessoas me tratam a pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.

20 meses

Quase não posso me mover. Hoje, ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles me atropelou. Pelo que sei, estava num lugar seguro chamado "sarjeta", mas nunca vou me esquecer do olhar de satisfação do motorista. Antes tivesse me matado, porém só me deslocou a cadeira. A dor é terrível, minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade me arrastei até uma moita fora da estrada. Já fazem 10 dias que estou em baixo de sol, chuva e frio, sem comer. Não posso me mover, a dor é insuportável. Sinto-me muito mal, estou num lugar úmido e parece que meu pêlo está caindo. Algumas pessoas passam e não me vêem. Outras dizem: "- não se aproxime". Já estou quase inconsciente, porém uma força estranha me fez abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, veja como te deixaram"- dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse: "- Sinto muito senhora, mas esse cão já não tem remédio, o melhor é que deixe de sofrer". A gentil dama consentiu, com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela agradecendo por me ajudar a descansar. Senti somente a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque nasci, se ninguém me queria.

Autoria Desconhecida

Tráfico de animais silvestres!!!

Para quem não sabe o tráfico de animais silvestres no Brasil representa a terceira maior atividade ilícita do mundo, em termos de recursos mobilizados, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas. E uma enorme crueldade os manter fora de seu abtar natural.





Os meios de transporte mais utilizados são:

1º Lugar: Na carroceria de caminhões com as mais variadas cargas e até mesmo no motor ou embaixo da carroceria;

2º Lugar: Dentro do porta-malas de vans clandestinas, automóveis particulares, ônibus rodoviários clandestinos e de empresas interestaduais, e ainda, aviões particulares.

Normalmente, os animais, principalmente aves, vêm socados dentro de caixas de sapato e malas onde permanecem por horas a fio sem água e quase sem ar. Para driblarem a angústia, o medo e a agitação do animal praticam todo tipo de tortura e crueldade, como a mutilação, cegueira e administração de calmantes e bebidas alcoólicas.


"Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vítima." - Lamartine



É ínfimo o numero de perdas que ocorrem perto do lucro dos traficantes. É contestável o fato de se afirmar que de cada dez animais que chegam ao seu destino final, nove perdem a vida no caminho. Apesar das cruéis condições de transporte a que são submetidos, muitos conseguem resistir.

Nós podemos ajudar, como?

- Nunca compre nenhum animal;

- Conscientize as pessoas a não comprarem animais silvestres, nativos ou exóticos. Animal não é mercadoria. Vida não tem preço. Se não houver procura não haverá venda;

- Imprima panfletos educacionais e distribua o máximo que puder;

- Denuncie, chame a p

olícia e faça um TC (cite o Art. 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98);

- Fotografe e/ou filme a captura e o alojamento dos animais; o local em que são expostos e a transação entre comprador e vendedor - provas e documentos são fundamentais para combater transgressões.


"Por que é que o sofrimento dos animais me comove tanto? Porque fazem parte da mesma comunidade a que pertenço, da mesma forma que meus próprios semelhantes."




Mas uma coisa, para ajudar com um manifesto sobre legalização de aves silvestres acesse o site http://www.pea.org.br/ e preencha o formulário.

Obrigada a todos!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Carne animal!

Todos sabemos que o comsumo de carne é algo completamente desnecessário.
Então não há bondade nem inocência, no hábito humano de ingerir a carne animal, ou seus derivados. Apenas violência, ainda que os consumidores ignorem o processo de produção de frangos, suínos, vitela, leite, ovos. Comer carne, no entender de Adams, é um ato de violência. A indústria da carne só faz confirmar essa suspeita. Esforços incontáveis são empregues para escamotear a realidade, tanto do confinamento forçado e intensivo de aves, suínos e bovinos produzidos aos milhões, em escala industrial, para o abate ou exploração de seus corpos, quanto dos abatedouros, denominados “frigoríficos”, câmaras da morte cruel, agoniada. O esforço dos donos de “frigoríficos” tem por finalidade fazer desaparecer das vistas do consumidor os diferentes estágios do processo de aniquilamento da vida pelo qual passam os animais, do dia de seu nascimento até o da sua morte.

"Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem." - Isaías 66:3




"A carne é o alimento de certos animais. Todavia, nem todos, pois os cavalos, os bois e os elefantes se alimentam de ervas. Só os que têm índole bravia e feroz, os tigres, os leões etc. podem saciar-se em sangue. Que horror é engordar um corpo com outro corpo, viver da morte de seres vivos." - Pythagoras

Não
é atoa que os maiores pensadores da humanidade eram vegetarianos!





"Geralmente as pessoas usam como desculpa para continuar comendo carne, o fato de que humanos sempre comeram carne. De acordo com essa lógica, não deveríamos tentar prevenir pessoas de assassinarem outras, já que esse comportamento também acontece desde as eras mais longínquas."- Isaac Bashevis Singer (1904)

O Gato feio (história linda)

Eu li esta história em site e me tocou muito, resolvi colocar aqui para vocês lerem.

O Gato Feio

Todos no prédio de apartamentos onde eu morava sabiam quem era o Feio. Feio era o gato vira-lata do bairro.

Feio adorava três coisas neste mundo: brigas, comer lixo e digamos, amor. A combinação destas três coisas, adicionada a uma vida nas ruas, tinham causado danos em Feio.

Pra começar, ele só tinha um olho, e no lugar onde deveria estar o outro olho, havia um buraco fundo. Ele também havia perdido a orelha do mesmo lado, e seu pé esquerdo parecia ter sido quebrado gravemente no passado, e o osso curara num ângulo estranho, fazendo com que ele sempre parecesse estar virando a esquina. Feio havia perdido a cauda há muito tempo, e restava apenas um toco de cauda grosso, que ele sempre girava e torcia.

Todos que viam Feio tinham a mesma reação:

"Mas que gato feio!"

As crianças eram alertadas para não tocarem nele. Os adultos atiravam pedras nele, jogavam-lhe água com a mangueira para espantá-lo, o enxotavam quando ele tentava entrar em suas casas, ou imprensavam suas patas na porta quando ele insistia em entrar.

Feio sempre tinha a mesma reação.

Se você jogasse água nele com a mangueira, ele não saía do lugar, ficava ali sendo ensopado até que você desistisse. Se você atirasse coisas nele, ele enroscava seu corpinho magricela aos seus pés, pedindo perdão.

Sempre que via crianças, ele surgia correndo, miando desesperadamente e esfregando a cabeça em todas as mãos, implorando por amor. Quando eu o apanhava no colo, ele imediatamente começava a sugar minha blusa, orelhas, ou o que encontrasse pela frente.

Um dia, Feio quis dividir seu amor com os huskies do vizinho. Eles não eram amistosos e Feio foi ferido gravemente. Do meu apartamento, eu ouvi seus gritos e corri para tentar ajudá-lo.

Na hora em que cheguei onde ele estava caído, parecia que a triste vida de Feio estava se esvaindo...

Feio estava caído em uma poça, suas pernas traseiras e suas costas estavam totalmente disformes, um corte fundo na listra branca de pêlo atravessava seu peito. Quando eu o apanhei e tentei levá-lo para casa, ele fungava e engasgava, podia senti-lo lutando para respirar.

"Acho que o estou machucando muito", eu pensei. Então, eu senti a sensação familiar de Feio chupando minha orelha - em meio a tamanha dor, sofrendo e obviamente morrendo, Feio estava tentando sugar minha orelha.

Eu o puxei para perto de mim e ele esfregou a cabeça na palma da minha mão, olhou-me com seu único olho dourado e começou a ronronar.

Mesmo sentindo tanta dor, aquele gatinho feio, cheio de cicatrizes de suas batalhas, estava pedindo um pouco de carinho, talvez alguma comiseração. Naquele instante, achava que Feio era o gato mais lindo e adorável que eu já tinha visto. Em nenhum momento, ele tentou me arranhar ou morder, nem mesmo tentou fugir de mim, ou rebelou-se de alguma maneira. Feio apenas olhava para mim, confiando completamente que eu aliviaria sua dor.

Feio morreu em meus braços antes que eu entrasse em meu apartamento.

Eu me sentei e fiquei abraçada com ele por muito tempo, pensando sobre como este gato vira-lata deformado e coberto de cicatrizes havia mudado minha opinião sobre o que significava a genuína pureza de espírito e sobre como amar incondicionalmente. Feio me ensinara mais sobre doação e compaixão do que qualquer ser humano.

E eu sempre lhe serei grata por isto.

Chegara a hora de eu seguir em frente e aprender a amar verdadeira e incondicionalmente. Chegara a hora de dar meu amor para aqueles que me eram caros, mesmo que meus olhos nunca tivessem visto nenhum deles...

As pessoas acham mais fácil e mais prazeroso amar o belo, o perfeito, sem notarem que os feios, os tortos, os mancos, enfim os deformados sejam de corpos, mentes ou almas, também podem e merecem serem amados...

Se vocês pudessem avaliar ou sentir como é quente e gostoso o abraço de alguém feio e antipático, de alguém deformado e que foge as regras e padrões de beleza...

se vocês se permitissem essa sensação, talvez entenderiam e veriam os tantos "gatos feios" que a vida lhes coloca diante dos seus olhos todos os dias e vocês se negam a enxergá-los...

Muitas pessoas querem ser influentes, querem acumular dinheiro, querem ser bem sucedidas, queridas, simpáticas ou belas... Quanto à mim, eu sempre tentarei ser como o Feio...

Passarei minha vida pedindo amor, mendigando um pouco do seu tempo, esperando pelo seu carinho, contando com sua compreensão, e pacientemente aguardando o dia de ser devorada pelos "Huskies"...

Se tiver sorte terei alguém que me pegue no colo e me faça um carinho antes do meu último suspiro...

Neste mundo cheio de intolerâncias devemos espalhar mais respeito aos demais seres viventes, sejam eles da mesma raça, mesma religião, mesma etnia que nós , ou não, sejam feios ou bonitos aos nossos olhos tão desacostumados a ver, ou nossos ouvidos, que ainda não aprenderam a ouvir a real mensagem de Deus.

Autoria Desconhecida

domingo, 30 de março de 2008

Carrocinha - seja contra.

Eu odeio carrocinha, porque na maioria das vezes os animais não são resgatados pelos donos, e raramente adotados no período que lhe é imposto (varia de 3 a 5 dias). Então a maioria acaba do mesmo jeito, ou são sacrificados ou doados para universidade (vivissecção, que já citei aqui antes).




O que acontece na carrocinha(CCZ):
- Tiro de pistola, eletrocussão, câmara de descompressão rápida (morte por asfixia), pauladas, enforcamento.
- Inalantes: Monóxido de Carbono, Dióxido de Carbono, Nitrogênio, Éter e Clorofórmio em Câmaras de Vapor.
- Injeções Letais: Pentobarbital Sódico (provoca parada cardíaca e respiratória), Cloreto de Potássio e Sulfato de Magnésio, Thionembutal, Acepromazina (produz narcose).
Infelizmente essa é a verdadeira realidade da carrocinha.

"Um homem só é nobre quando consegue sentir piedade por todas as criaturas".



Então não abandone seus animais, seja contra a carrocinha e fale com as pessoas.
Tente fazer a diferença, quem sabe assim algum dia isso pare!

"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados." - Mahatma Gandhi

sábado, 29 de março de 2008

Que tal adotar um bichinho??

No lugar de comprar um bicihinho adote um, estará salvando uma vida.
Tem uns sites bem legais e famosos.

Adote um gatinho
http://adoteumgatinho.uol.com.br/

Adote um cãozinho:
http://paginas.terra.com.br/servicos/adoteumcachorrinho/

Pensem nisso!

Diga não a circo com animais!

Acho que a maioria das pessoas sabem que e impossivel que os animais de circo pule e dance, etc. que eles façam tudo isso por livre e espontanea vontade, eles sofrem muito!
Eles vivem confinados e acorrentados em pequenas jaulas sem a mínima condição de higiene.
Sofrem maus tratos, são espancados, sofrem coisas terriveis, sujeitos a choques elétricos e à privação de água e comida!



Diga não a circo com animais, não frequente!! Distribua planfetos, fale com as pessoas!
E denuncie, chame a polícia e faça um TC (cite o Art. 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98).


Começa o espetáculo dos horrores!!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Vivissecção (Testes em animais)

Muitos se perguntam o que é vivissecção, no dicionario siguinifica o ato de examinar internamente um ser enquanto ele ainda está propriamente vivo. Para mim o que traduz isso é: uma grande crueldade contra os animais, seres indefesos. Animais que são colocados em situações que me deixa chocada pela crueldade.





Não ajude a machuca-los! Seja completamente contra a testes em animais.

"A questão não é "Eles pensam ?" ou "Eles falam ?"
A questão é... ELES SOFREM."
(Jeremy Bentham)




Todos os anos, milhões de animais sofrem e morrem em testes dolorosos para determinar a segurança de cosméticos e produtos de limpeza doméstica.
Substâncias que variam de sombra de olho e sabão até produtos para polimento de mo
bília e limpadores de forno são testados em coelhos, ratos, porquinhos-da-índia, cachorros e outros animais.
Isso apesar de os resultados não ajudarem na prevenção de efeitos indesejáveis ou no seu tratamento.

Testes em animais são desnecessarios!




"Chegará um dia, em que o homem conhecerá o intimo de um animal, e nesse dia, ele verá que todo o crime contra o animal será um crime contra a própria humanidade!"
(Leonardo da Vinci)

quinta-feira, 27 de março de 2008

Casaco de Pele, crueldade pura!!

Oie para todos e sejam bem vindos!
Quero começar falando de um assunto que realmente me deixa com muita raiva, casaco de pele e uma das maiores crueldades contra os animais.
É o cúmulo a cruel matança de foquinhas, raposas e muitos outros animais para as dondocas desfilarem com casacos de pele.

"O que me preocupa não é o grito dos maus.
É o silêncio dos bons."(Martin Luther King)






Diga não a casaco de pele.
Mais informações: http://www.pea.org.br/crueldade/peles/fotos.htm